Residentes do HST assistem palestra sobre Qualidade e Segurança do Paciente

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A reunião mensal entre a direção e os residentes do Hospital Santa Teresa (RJ), no mês de abril, contou com a participação da equipe da Qualidade e Segurança do Paciente, que apresentou uma palestra com o tema “Estratégias para a qualidade e segurança do paciente no HST: O papel do residente”. Na ocasião, o diretor Executivo, Leonardo Menezes, abriu o evento falando aos presentes sobre a história da Instituição. A reunião aconteceu no Salão Nobre do Hospital, no dia 5 de abril, e contou também com a participação dos chefes de equipe, coordenadores dos programas de residência e da pós-graduação.

Atualmente, o Hospital conta com 20 residentes divididos entre os seguintes programas: 16 em Ortopedia; 3 em Cirurgia Geral; 1 em Cardiologia; e ainda 16 pós-graduandos em Radiologia. O objetivo da reunião foi demonstrar aos residentes, novos e os mais antigos, os projetos e fluxos existentes na Casa e, assim, inserindo-os em seus papéis nestes processos, como afirmou a Dra. Daniela Contage Siccardi Menezes, doutora em Ciências Médicas e Gerente Médica Regional de Qualidade e Segurança do Paciente da ACSC.

Dra. Daniela explica que a divulgação das estratégias de qualidade e segurança do paciente para os médicos residentes é o primeiro passo para o engajamento deste grupo em ações de melhoria contínua: “nossos residentes são profissionais médicos comprometidos e podem contribuir muito para a melhoria da qualidade no HST”, afirma.

Durante sua palestra, a doutora mostrou aos residentes a história da Congregação e do Hospital Santa Teresa, falou ainda dos projetos de melhoria da Qualidade que foram implantados e outros que estão em curso; falou ainda sobre a importância da participação dos residentes para que os resultados obtidos sejam cada vez melhores.

Qualidade e Segurança do Paciente como rotina diária

Exemplificando a importância do encontro, quando foi falado sobre o Novo Protocolo de Cirurgia e a Marcação da Lateralidade, de imediato os residentes da Ortopedia associaram o fluxo à sua rotina diária, como contou Alisson Moraro “Essa questão da segurança do paciente é que comentamos até com os nossos residentes superiores que acabamos fazendo isso involuntariamente, pois temos na medicina o time out: preenchemos uma folha que vai com o nome do paciente, alergias, risco cirúrgico, o que o paciente vai operar e a lateralidade. Isso já fica junto com os exames do paciente justamente para essa checagem.

Outro R1, Lucas Góes aprovou o encontro e falou sobre a importância desta integração entre o Hospital e seus processos com os residentes, principalmente aos recém-chegados “Eu achei bom. Não tínhamos conhecimento sobre essa estrutura de segurança do paciente do Hospital. Cada hospital tem uma estrutura diferente de segurança, então ao conhecer isso podemos contribuir para aplicar e melhorar a segurança do paciente. Principalmente nós que estamos no Centro Cirúrgico todos os dias e temos que estar cientes dessas medidas e aplicá-las diariamente”.

Para a gerente Médica Regional de Qualidade e Segurança do Paciente, o resultado do encontro foi positivo. Ela fez um balanço da reunião “Nosso encontro foi uma oportunidade para reflexão sobre as práticas de segurança na assistência ao paciente, sobre o cuidado efetivo, seguro e centrado na pessoa. O apoio e participação dos coordenadores das residências e staffs enriqueceram ainda mais o evento”.

Formando especialistas de valor

Para o diretor Técnico do Hospital, Márcio Veiga, a transmissão dos valores do HST e da ACSC aos residentes é fundamental na formação destes futuros médicos especialistas. Acredita que se precisa, na formação dos médicos e estudantes que chegam ao hospital, oferecer uma formação técnica, para que eles sejam peritos. E também das questões da espiritualidade, de como é o Hospital, do que representa a Associação, qual a missão e os valores.

“Nós temos que passar para eles tudo isso e não só formar o perito. Eu tenho certeza que o Hospital é um exemplo, pois tiro por mim, que fui criado aqui, e aprendi muito sobre virtudes aqui dentro” explica e continua “Isso pode ser passado para eles. Tecnicamente eles têm uma equipe de referência nacional, mas ao mesmo tempo eles têm que entender a humanização, como se faz essa abordagem ao paciente. O médico tem um treinamento de cuidar do paciente tecnicamente, mas essa humanização temos que passar para eles. Despertar e mostrar valores. Eu tenho certeza que aqueles que prezam pelos valores da Associação, assim como temos muitos pelo Brasil inteiro, se tornam profissionais melhores”.

2018.04.17



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