Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde é lançado no Hospital Santa Catarina

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Resultado da iniciativa de um grupo de Organizações Sociais de Saúde (OSS) de diferentes regiões do País, o Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross) foi lançado nacionalmente no dia 24 de novembro, com o intuito de contribuir com a ampliação e aprimoramento da qualidade do serviço público de saúde oferecido à população e informar à sociedade sobre o modelo de gestão de OSS e como ele funciona junto ao governo.

O evento aconteceu no Hospital Santa Catarina (SP), uma vez que a Associação Congregação de Santa Catarina – ACSC é uma das 19 entidades associadas ao Instituto. Com abertura da Irmã Lia Gregorine, Presidente do Conselho de Administração da ACSC, a cerimônia contou com a presença de diversas autoridades políticas, como os governadores Geraldo Alckmin, de São Paulo, Marconi Perillo, de Goiás, Rodrigo Rollemberg, do Distrito Federal, e Paulo Câmara, de Pernambuco, secretários de Saúde, além de representantes das OSS ligadas ao Ibross que, juntas, gerenciam mais de 800 unidades de saúde e empregam cerca de 95 mil pessoas no Brasil.

Presidido por Renilson Rehem de Souza, o Ibross, primeira entidade representativa do setor, trará transparência nas prestações de contas e o fortalecimento do Projeto de Acreditação como os dois principais pilares de atuação. “O Ibross vem em boa hora por três razões: a primeira é demográfica. O Brasil, que era um País jovem, hoje, está maduro e caminha para ser um País de idosos. Segundo, vem a questão dos custos e, finalmente, colocaria um outro desafio, que é a promoção da saúde e a diminuição da quantidade de intervencionismos desnecessários”, comentou o governador Geraldo Alckmin.

Complementando o raciocínio de Alckmin, o Secretário de Saúde do Estado de São Paulo, David Uip, explicou que a parceria entre as organizações sociais e o poder público ganhou credibilidade por conta dos resultados positivos. “Com as OSS, é possível ter melhoria na taxa de permanência no hospital, na rotatividade e no número de altas. No final, faz-se mais com menos dinheiro”, ressaltou Uip.

2016.12.06



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