HTODL promove curso de primeiros socorros

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Nos dias 13 e 14 de setembro, o Hospital de Trauma-Ortopedia Dona Lindu (RJ) promoveu, em parceria com a equipe SOS Resgate (Três Rios), um curso de primeiros socorros com foco em reanimação cardiopulmonar (RCP) para os colaboradores. O treinamento foi ministrado por enfermeiros e técnicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Três Rios e o objetivo, de acordo com o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), foi que todos os participantes tivessem acesso à teoria e prática das técnicas de primeiros socorros para saber como prestar atendimento a vítimas em caso de necessidade.

Durante o curso, além das técnicas de RCP, foi ensinado o uso de equipamentos como o Desfibrilador Externo Automático (DEA), um aparelho que produz descarga elétrica numa tentativa de reverter a parada cardíaca, principalmente as que possuem causa clínica, como é o caso do infarto agudo do miocárdio. Vale ressaltar que a reanimação cardiopulmonar visa retardar ao máximo a lesão cerebral, até que a pessoa receba o tratamento adequado por profissionais qualificados que tentarão fazer com que o coração e os pulmões voltem a funcionar normalmente.

Para a técnica em Segurança do Trabalho, Thaísa Dalcol, a capacitação não foi voltada apenas para os profissionais que prestam assistência ao paciente, mas para todos os interessados em conhecer as técnicas de primeiros socorros. “A ideia principal deste tipo de ação é que, quanto mais pessoas souberem fazer procedimentos de primeiros socorros, acionando o socorro avançado, menos pessoas morrerão por causas que, muitas vezes, são reversíveis. O público para esse tipo de treinamento é bem diversificado, não há um pré-requisito, todos deveriam participar e aprender lições de primeiros socorros”, explica.

Franklin Roosevelt Salerno Júnior, que também é técnico em Segurança do Trabalho do HTO Dona Lindu, explicou que o treinamento contribui diretamente para salvar uma vida e é de grande importância que ações como estas sejam constantes. “Apesar de não ocorrer com muita frequência em nosso hospital, é sempre bom que os colaboradores estejam sempre praticando os passos para uma RCP, para melhoria da assistência de enfermagem, garantindo uma eficiência no atendimento imediato ao paciente com quadro de parada cardiorrespiratória (PCR). No caso dos funcionários que não são da assistência direta ao paciente, focamos em capacitar para a possível identificação da PCR e realizar o primeiro atendimento até o socorro especializado chegar”, exemplifica.

2016.09.26



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