HAM (SP) recebe Pastoral e Espiritualidade da ACSC para bate-papo

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O Hospital Amparo Maternal (SP) recebeu Adriel de Oliveira Rizzo e Cecielio Dias Cortes, Analista Corporativo e Coordenador, respectivamente, da Pastoral e Espiritualidade da ACSC para um bate-papo sobre a Campanha da Fraternidade de 2018, que tem o tema “Fraternidade e Superação da Violência”. O evento foi aberto ao público e contou também com apresentação teatral de colaboradores do Hospital Amparo Maternal.

As ações de reflexão sobre o tema “Fraternidade e Superação da Violência”, voltadas para o colaborador e também para o público externo do Hospital Amparo Maternal trouxeram questionamentos sobre como podemos promover a cultura de paz dentro do ambiente profissional e também em nossas vidas.

Adriel Rizzo esteve no Amparo Maternal no primeiro dia e fez em sua palestra uma análise do mapa da violência no Brasil. Também falou sobre os maiores índices no país e principais parcelas da população que sofrem e são vítimas. O analista corporativo sênior ressaltou o caminho que levam a ações violentas e mostrou como a violência ocorre em uma espécie de “cascata”.

Já Cecielio Cortes, coordenador de Pastoral e Espiritualidade da ACSC, trouxe ao público uma reflexão sobre como podemos superar a violência. “A natureza do ser humano não é violenta, a violência é uma reação”, avaliou Cecielio. O coordenador fez um bate-papo com tom motivacional e propôs aos presentes um exercício. “Devemos nos ver como pacificadores, e para isso, precisamos primeiro estar em paz conosco e com nosso interior”, provocou.

Para Queila Avila, colaboradora da área de Recursos Humanos do Hospital Amparo Maternal, a programação foi muito positiva. “Gostei bastante da temática e também da participação de colaboradores de diversos setores, isso mostra que estamos dispostos a criar um mundo e um ambiente de trabalho com mais paz!”, comenta a analista de RH.

Queila também elogiou a apresentação teatral e exaltou a participação de Reegens Novalus, colaborador da área de higiene e limpeza, refugiado, no papel de Jesus. “Achei a apresentação muito bonita, principalmente porque trouxe a mensagem de tolerância e união que devemos buscar. Acredito que quando vemos um colaborador com história de vida como a de Reegens partilhando desse momento conosco, resumimos bem o significado da fraternidade e superação da violência”.

Amanda Bomfim, agente de pastoral do Amparo Maternal, que promoveu a programação, comenta que “o evento foi muito rico e proveitoso, a ideia é que possamos envolver cada vez mais nossos colaboradores em atividades como essas independente de suas crenças, pois o que buscamos é a conexão de cada pessoa com o melhor de si próprio”.

 

2018.03.20



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