Dia da Mulher: conheça a história de mulheres marcantes

Postado por admin

No dia 8 de março é celebrado mundialmente o Dia da Mulher, data criada pela ONU em 1911, para lembrar centenas de operárias que morreram queimadas em uma fábrica têxtil, nos Estados Unidos, enquanto reivindicavam direitos trabalhistas. Muito mais do que uma oportunidade de homenagem, a data ganhou um significado histórico e cultural de destaque na sociedade e hoje representa um marco na luta por diretos iguais, respeito, emancipação e protagonismo do papel feminino.

Com o intuito de homenagear as colaboradoras da ACSC, a Diretoria Corporativa de Gestão de Pessoas está promovendo a campanha “Acredite no seu potencial. Sempre”. A proposta é enfatizar as vivências e histórias de cada mulher, que contribuíram para construir quem hoje elas, de fato, são: sua melhor versão.

Para reforçar o conceito e contribuir para a conscientização da importância do papel feminino na sociedade, a campanha também apresentará a história de mulheres marcantes, cujas histórias de vida servem hoje de inspiração para todos.

Mulheres que inspiram você. Histórias que inspiram o mundo:

 Maria da Penha

Depois de escapar de duas tentativas de assassinato por parte do marido, Maria da Penha alertou o governo para a urgência em aprovar uma legislação que protegesse as mulheres vítimas de violência doméstica. Sua batalha não foi em vão e a lei que leva seu nome vigora desde 2006. Hoje, ela virou símbolo dos movimentos em defesa dos direitos das mulheres no Brasil e coordena uma ONG que auxilia vítimas e trabalha no combate ao problema.

Zilda Arns

Reconhecida por suas ações humanitárias, Zilda Arns foi uma pediatra e sanitarista brasileira que atuou de forma significativa para a redução da mortalidade infantil no país. Seu trabalho de maior destaque foi a fundação da Pastoral da Criança, em 1983, instituição ligada à Igreja Católica que hoje funciona em 20 países e atende mais de 1,5 milhão de crianças e adolescentes. Zilda faleceu durante uma missão humanitária no Haiti, em 2010, vítima do terremoto que dizimou o país naquele ano.

Ana Neri

Pioneira da área de enfermagem no Brasil, Anna decidiu acompanhar seus filhos, soldados na Guerra do Paraguai, em agosto de 1865, prestando serviços assistenciais para os soldados atingidos nos combates. Foi condecorada pelo governo imperial com Medalha Geral de Campanha e a Medalha Humanitária de primeira classe. Em 1938, no Decreto que instituiu o “Dia do Enfermeiro”, Getúlio Vargas determinou que a data 12 de maio deveria ser um marco para homenagens especiais à memória de Anna Nery, em todos os hospitais e escolas de enfermagem do País.

Chiquinha Gonzaga

Autora da primeira marcha carnavalesca com letras (“Ô Abre Alas”, em 1989), Francisca Edwiges Neves Gonzaga, mais conhecida como Chiquinha Gonzaga, foi a primeira pianista de chorinho e primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, além de ter sido ativista do abolicionismo e do movimento republicano. Ao longo de sua vida, compôs músicas para 77 peças teatrais e foi autora de cerca de 2 mil composições em gêneros variados. O Dia da Música Popular Brasileira é comemorado em sua homenagem, no dia de seu aniversário (17 de outubro).

Madre Regina

Visionária e corajosa, aos 19 anos, Regina Protmann deixou o conforto da casa dos seus pais e renunciou a um casamento vantajoso. Em companhia de duas amigas, mudou-se para uma casa humilde e decidiu servir a Deus, praticando a penitência e a pobreza. Para seguir os passos de Santa Catarina e Jesus Cristo, optou por auxiliar as pessoas necessitadas de sua cidade, atraindo muitas jovens interessadas em seguir a vida religiosa. O esforço deste trabalho resultou na criação da Congregação das Irmãs de Santa Catarina, entidade religiosa fundada há mais de 400 anos e hoje presente em 12 países, sendo responsável pelo atendimento filantrópico de pessoas em vulnerabilidade e risco social, nos segmentos de educação, saúde e assistência social.

Santa Catarina

Nascida em Alexandria, a jovem viveu entre os anos 287 e 305, aproximadamente, e aderiu ao compromisso fiel de propagar o Evangelho de Jesus e o amor ao próximo. Ela acolheu os pobres e perseguidos em sua casa. Condenada à morte pelo imperador Maximino Daia, ela não renunciou à fé e operou um milagre em uma das tentativas de assassinato, quando a roda que seria utilizada em sua tortura se partiu. Tinha 18 anos quando morreu. É reconhecida como símbolo de coragem e fé. Sua entrega a Deus serviu de inspiração para que muitas pessoas vivessem suas vidas de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo. Seu exemplo serviu de inspiração para Madre Regina Protmann, que a escolheu como padroeira da Congregação das Irmãs de Santa Catarina.

Colaboradora, lembre-se o quanto você é especial e singular, exatamente do jeito que é.

Feliz Dia da Mulher!

2019.03.08



Sem Comentários

44 Visualizações

Deixe um comentário :