Casas do Sul capacitam profissionais em Cirurgia Robótica

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O Programa de Cirurgia Robótica da ACSC vem capacitando o corpo clínico das Casas de Saúde do Sul para operar a nova tecnologia. No Hospital Santa Isabel (SC), de Blumenau, cinco médicos já receberam a certificação. Por último, Dr. Felipe Hofmann Barbeta, especialista em Urologia, concluiu o seu credenciamento em Bogotá, na Colômbia, se tornando o primeiro Urologista Cirurgião Robótico da cidade. Desde o primeiro procedimento, feita dia 22 de junho deste ano, o Serviço de Cirurgia Robótica do Santa Isabel já realizou 14 cirurgias do tipo.

Para se tornar um cirurgião habilitado, o médico precisa passar por um treinamento teórico e avaliação, atingir metas mundialmente pré-estabelecidas em simuladores e realizar prova prática. O HSI também dá oportunidade para que profissionais de outros hospitais do estado e da região Sul participem do Programa e tragam seus pacientes até a unidade.

Desta forma, a Casa está proporcionando que dois médicos do Hospital Nossa Senhora da Conceição (SC), de Tubarão, também se tornem aptos a operarem essa tecnologia. Ao longo do último mês, o oncologista Cassiano Coral Accordi e o urologista Arthur Radaelli Nicoleit têm realizado treinamentos no hospital parceiro. Os cirurgiões puderam encaminhar os atendimentos e acompanhar a realização dos procedimentos.

De acordo com o diretor técnico do HNSC, Dr. Chafic Kallas Filho, com esses cirurgiões capacitados, os demais médicos da casa também poderão indicar seus pacientes, quando recomendado, para a realização da cirurgia robótica, modernizando e criando novas práticas para procedimentos de alta complexidade em Tubarão. “Quando aliadas, a tecnologia do robô e a expertise da equipe proporcionam uma cirurgia com mais precisão, menos agressiva e com melhores condições de recuperação para o paciente”, afirma o diretor.

Sobre a Cirurgia Robótica:

Considerada o futuro da medicina, ela permite a realização de procedimentos com movimentos precisos e segurança que antes eram inalcançáveis. Isso porque as pinças robóticas, ou seja, os “braços” do equipamento, têm uma precisão que as mãos humanas não conseguem atingir, e podem realizar movimentos assertivos até mesmo em cavidades com restrição de espaço, como a pelve, o tórax e a parede abdominal, ou para suturas complexas.

Fotos dos profissionais:

2019.09.10



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