Campanha estimula humanização no cuidado a saúde

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Mesmo em meio a um grande fluxo diário de pessoas, dentre pacientes e acompanhantes, os profissionais que atuam no Hospital Nossa Senhora da Conceição (SC) conseguem, por meio da dedicação e de práticas humanizadas, arrancar sorrisos e agradecimentos dos pacientes em momentos de aflição e de dor. O projeto “O que importa para você?”, encabeçado pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC) e empregado no hospital desde 2017, vem ao encontro destas práticas humanizadas e tem proporcionado resultados tocantes.

O movimento “O que importa para você?” é uma campanha da ACSC, mantenedora do HNSC, que tem o propósito de estimular conversas mais significativas entre profissionais de saúde e pacientes, criando um elo de compaixão e empatia entre eles. O objetivo principal do projeto é que todos os colaboradores atendam os pacientes de forma humanizada, aprimorando o cuidado de saúde e assistência social, com base no que realmente importa para o paciente. No HNSC, uma comissão foi criada para consolidar o projeto na instituição e estimular os colaboradores a construírem uma relação de confiança com o paciente, adequando o cuidado às reais necessidades e anseios daquela pessoa, ajudando-a da melhor forma. “O projeto nos coloca no lugar do outro, fazendo com que aflore o melhor do ser humano: o amor e a empatia”, evidencia a gerente de enfermagem do HNSC, Márcia Rita Cecchi Spessatto. “Estes sentimentos invisíveis, intocáveis e essenciais nos fazem viver diariamente acreditando que podemos ser melhores”, acrescenta.

           Ainda de acordo com a gerente Márcia, os profissionais envolvidos com o projeto mostram um olhar diferenciado e único, fazendo com que a pessoa sinta-se especial e importante. “Percebemos que os profissionais trabalham mais felizes, pois eles reconhecem que podem fazer a diferença na vida dos pacientes, tornando momentos de dor e incertezas, em momentos de felicidade, harmonia e esperança”, enfatiza Márcia. O enfermeiro Guilherme Pereira Garcia, um dos integrantes da comissão, revela que todo o grupo tem a sensação de aprendizagem e dever cumprido, após as conversas. “Além da saúde do corpo, muitas vezes, o paciente precisa de um olhar diferenciado, humanizado, de amor e carinho que, às vezes, a correria do dia a dia nos deixa cego”, descreve o enfermeiro que atua no Pronto Atendimento da instituição.

2018.01.11



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