Alunos do CSC-JF têm mais de 70% de aprovação no vestibular 2016

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O Colégio Santa Catarina de Juiz de Fora (MG) recebeu os estudantes aprovados no vestibular das mais diversas universidades públicas do país. Com a divulgação do resultado do PISM da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e do Sisu, foi possível fazer um balanço preliminar de aprovação. Pelo menos 70% dos alunos que concluíram o 3º ano do Ensino Médio no Colégio em 2016 conseguiram ingressar no ensino superior. E o percentual pode aumentar ainda mais, conforme forem acontecendo as matrículas e divulgadas novas classificações.

Com o resultado, o CSC confirma, mais uma vez, a excelência de seu ensino. Para a supervisora do Ensino Médio, Mariangela de Lacerda Guedes, o bom desempenho é fruto de um trabalho de base. “Temos pouquíssimos estudantes novatos no 3° ano. Até porque os alunos não têm saído, permanecem conosco até o fim do Ensino Médio, têm acreditado no nosso trabalho. Então, quase não sobram vagas para recebermos novatos. Portanto, nossas turmas de Ensino Médio, na grande maioria, são alunos que vêm sendo acompanhados desde o início da vida escolar. Nós aumentamos a cobrança, mas o bom desempenho que nós temos alcançado ao longo dos anos é resultado de um trabalho que começou lá na Educação Infantil”, afirma.

A estudante Marcela Ruffo é uma dessas pratas da casa. Ingressou no CSC no 3° ano do Ensino Fundamental. Foram 10 anos de Santa Catarina, o que, segundo ela, serviu de base para conquistar uma das vagas no concorrido curso de Medicina da UFJF. “Aqui sempre tive uma ótima estrutura. O colégio nos ensina a ter responsabilidade e a caminhar com as próprias pernas. O que eu sinto hoje pelo colégio e por todos os professores é gratidão”, relata a futura médica.

Outra jovem que também garantiu sua cadeira no ensino superior no Curso de Arquitetura e Urbanismo (UFJF) foi Giulia Sgarbi. Ela também fez toda a sua base escolar no CSC e garante que ter estudado no Colégio foi fundamental para esta vitória. “Aqui no Santa Catarina a gente aprende a ser disciplinado e isso vale para tudo na vida. Os professores são como a extensão da nossa família e tenho certeza de que isso é recíproco, porque eles cuidam de nós, têm paciência, carinho. Em 2015, por exemplo, tive um período de notas baixas em que estava muito desanimada. Aí veio o Marcão de Física e me disse: ‘Você não é sua nota’. Aquilo me deu força para levantar e reverter a situação”, conta a futura universitária.

2017.02.10



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